Café para comer

Foram quase quatro anos de estudos e testes com os mais variados tipos de cafés e processos. Até hoje, o consumo no mundo foi somente como bebida e 2012 é um marco na história do café, quando passaremos a comê-lo também.

De acordo com pesquisa do IBGE (POF), o café é o alimento mais consumido diariamente por 78% da população acima de 10 anos, o que representa 79,7 litros por habitante ao ano. E a preferência pelo brasileiro só vem crescendo nos últimos anos. Segundo dados de pesquisa realizada entre maio de 2011 e abril de 2012 pela ABIC -Associação da Indústria Brasileira de Café-, o montante já representa 83 litros para cada brasileiro ao ano. Mas e que tal também comer um cafezinho?

A indústria nacional de alimentos SPA, há 20 anos no mercado, ousa e inova na gastronomia mundial com o lançamento das marcas de café para comer Coffee Beans -para consumidor final- e Coffee Coins -para profissionais de gastronomia-. Uma proposta inédita no mundo e que vai marcar a história do café.

O café para comer é obtido a partir do processamento de café 100% Arábica Premium -processo patenteado pela SPA-, que resulta em uma massa de café integral na qual estão preservadas as características de aroma e sabor, além da oferta nutricional do produto. Com essa massa, a SPA fabrica grãos comestíveis de café para consumo direto e acompanhamento do cafezinho -Coffee Beans- e moedas para uso culinário -Coffee Coins. Todos nos sabores "espresso", "cappuccino" e "café com leite".

A indústria SPA está sediada em Vila Velha, no Espírito Santo, com parque fabril capacitado para produção de 150 toneladas mensais de café para comer, apto a triplicar esse volume de acordo com a demanda de mercado.

Fazendo uma anologia com a história do cacau -que foi consumido como bebida até 1849, quando a empresa de Joseph Fry, utilizando cacau em pó, açúcar e manteiga de cacau, fez o chocolate para comer-, as marcas Coffee Beans e Coffee Coins chegaram construindo esse marco na história do café. O café que era somente consumido como bebida passa a ser também para comer.